BRICK: entenda o final do novo filme da Netflix

BRICK: entenda o final do novo filme da Netflix

Na última quinta-feira (10), o mundo recebeu mais um original Netflix no estilo daqueles que realmente fisgam o público e geram diversas discussões. No estilo perfeito para fãs de “Bird Box” e “O Poço”, “Brick” é atualmente o filme mais visto do Brasil na plataforma.

O longa está longe de ser um consenso, e as opiniões sobre a qualidade da história estão bem divididas. No entanto, o que mais atraiu minha atenção nas críticas negativas foi a quantidade enorme de pessoas alegando que a obra não fazia sentido e que elas não haviam entendido a conclusão da história.

Por isso, hoje vamos tentar te explicar tudo sobre esse sucesso. Vamos lá?

A HISTÓRIA

Tim e Olivia são um casal em crise. Nenhum dos dois conseguiu superar ou lidar com a dor da perda da filha durante o parto e, após o acontecimento, o relacionamento deles tornou-se cada vez mais frio e distante.

Quando a mulher decide deixá-lo de vez, é surpreendida. Tudo estava normal quando eles se deitaram para dormir, mas, ao acordar, descobrem que o apartamento foi inteiramente cercado por paredes de tijolos pretos — portas, janelas, ventilação, tudo bloqueado. Eles não têm ideia do que está acontecendo.

Posteriormente, descobrem que os vizinhos também estão presos e começam a trabalhar juntos para conseguir escapar. Com a tensão aumentando e sem perspectiva de saída, o desespero vai tomando conta, com desconfiança e violência crescendo internamente.

Além de “Brick”, Matthias Schweighöfer também é conhecido por atuar em “Oppenheimer”.

Os personagens descobrem que aquela parede não é sobrenatural, e sim criada com tecnologia de ponta. Uma empresa, a Epsilon Nanodefense, é a responsável pelo sistema, que tinha a função de proteger a população com a ajuda da nanotecnologia em caso de emergência ou catástrofe.

Por esse motivo, Yuri faz de tudo, inclusive comete assassinato, para impedir que alguém consiga sair. Ciente da motivação por trás da existência do muro, ele acredita que o mundo está contaminado e que o escape para o exterior resultaria no fim de todos os presentes no prédio. Por mais insano que ele possa parecer, sua crença não é infundada.

Tim e os outros descobrem que, dentro do prédio, Anton havia conseguido desenvolver um app capaz de abrir uma brecha no sistema usando uma sequência de luz. Eles conseguem, depois de enfrentar a fúria de Yuri, finalmente destravar o código e atravessar o muro, arriscando suas vidas em prol da liberdade.

Para o choque deles, todos os imóveis da cidade também estão no mesmo estado, cercados pelas muralhas pretas. Todavia, há helicópteros e aviões no céu, e aí é que vem a grande revelação: nunca houve qualquer ameaça real.

A Epsilon Nanodefense realmente criou o projeto com a intenção de proteger a população em caso de necessidade. Porém, um incêndio na sede da companhia (mostrado desde o início do longa e citado pelos moradores durante a trama) causou um mau funcionamento e disparou o sistema de forma acidental.

Isso é explicado no rádio da van que o casal entra para dirigir na cena final. As autoridades já estão cientes do ocorrido e buscam uma maneira de reverter a situação.

Por mais anticlimática que alguns possam considerar essa conclusão, não dá para dizer que o roteiro deixou o final em aberto para interpretações. Tudo é explicado praticamente em detalhes para o telespectador.

Qual a opinião de vocês sobre “Brick”? Gostaram do filme? Deixem nos comentários!

Lucas Martins

Nascido em 2002 na cidade do Rio de Janeiro, cresci com paixão pela literatura e pela música. Sou Bacharel em Publicidade e Propaganda pela Unicarioca e futuro pedagogo pela UERJ. No meu tempo livre, gosto de assistir a filmes e acompanhar cada passo dado por Taylor Swift.

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