Juliana Paiva é subaproveitada na Globo? Fãs debatem

Juliana Paiva é subaproveitada na Globo? Fãs debatem

Quando deu vida à inesquecível Fatinha em “Malhação: Intensa Como a Vida” (2012), Juliana Paiva não estava apenas criando uma das personagens mais marcantes da extinta atração adolescente, mas também marcando na Rede Globo o surgimento de uma nova estrela promissora.

O carisma e a força da carioca a levaram rapidamente para voos maiores: no ano seguinte, ganhou espaço de destaque em “Além do Horizonte” e, logo depois, se consolidou como protagonista em “Totalmente Demais” e “O Tempo Não Para”. Entre mocinhas queridas pelo público e papéis de forte presença cômica, a atriz construiu uma trajetória sólida dentro da emissora e uma fiel base de fãs.

Foram sete folhetins desde a época de Maria de Fátima dos Prazeres e praticamente todos em papéis de destaque. Mas, se você reparar, irá notar que a única vez em que ela ficou como coadjuvante foi justamente em sua única aparição no horário nobre.

Em “A Força do Querer”, ela interpreta Simone, prima de Ivana (Carol Duarte), que está passando pelo processo de descoberta da transexualidade. Ou seja, ela serve mais para o propósito de ser “a escada” do enredo, apenas servindo como apoio.

Juliana Paiva e Carol Duarte em “A Força do Querer”.

Por isso, uma discussão foi gerada no Twitter/X. Parte do público levanta um questionamento: estaria a atriz sendo subaproveitada? Juliana Paiva merece destaque às 21h ou seu lugar realmente é em histórias mais bobas e suaves de menor prestígio na teledramaturgia.

Um usuário comentou: “Ela merece mais destaque. Tem muita versatilidade e competência, além de um sorriso lindo”. No entanto, outra pessoa rebateu: “Ela é fofa, mas, infelizmente, é fraquíssima. O único papel que exigiu drama foi em ‘A Força do Querer’ e ela não deu conta. Foi engolida por todo o resto do núcleo. Ela só superou o Fiuk”.

Como tudo que acontece na internet, a discussão gerou ofensas e ataques entre os discordantes. A grande questão é que, independente dela ser superestimada por uns ou subestimada por outros, é impossível imaginar a grade emissora sem ela.

Queremos saber de vocês: o que acham disso tudo? Comentem!

Lucas Martins

Nascido em 2002 na cidade do Rio de Janeiro, cresci com paixão pela literatura e pela música. Sou Bacharel em Publicidade e Propaganda pela Unicarioca e futuro pedagogo pela UERJ. No meu tempo livre, gosto de assistir a filmes e acompanhar cada passo dado por Taylor Swift.

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