Conheça UNNA e seu novo álbum “Fragmento”
O pop brasileiro acaba de ganhar um novo nome pra ficar de olho: UNNA. A cantora manauara vem conquistando espaço com uma estética forte e cheia de emoção. Além disso, ela é cantora, compositora e performer, e tudo isso transparece em seu som, que mistura intensidade e vulnerabilidade. Agora, com o lançamento do álbum “Fragmento” previsto para 23 de outubro, ela mostra ao público um projeto que é, ao mesmo tempo, confessional e poderoso.
Quem é UNNA
Nascida em Manaus, UNNA transforma suas vivências em arte. E, enquanto busca novas sonoridades, também mergulha em temas como amor, perda e reconstrução. Inspirada por nomes como Lady Gaga, RAYE, Urias, Marina Sena e Duda Beat, a artista constrói um pop moderno e emocional. Dessa forma, cria um universo próprio que mistura coragem, sensibilidade e ritmo.

O álbum “Fragmento” é mais do que um conjunto de faixas para ela, é uma travessia. Cada música revela um pedaço de algo que se quebrou, mas que ainda pulsa. A obra nasce do impacto, mas renasce na reconstrução. E, por isso, é impossível ouvir sem sentir. As letras falam sobre o amor, mas também sobre a dor, a saudade e a força de seguir em frente.
O álbum
Produzido por Guilherme Bonates, Caique Jucá e Victor Nery, o disco traz participações de Andrewxx e Rafa Militão. Juntos, eles criam uma sonoridade que oscila entre a introspecção e a potência. Assim, “Fragmento” se transforma em uma experiência completa, uma imersão emocional que faz o ouvinte dançar, mas também pensar.

O título, inspirado em Fragmentos de um Discurso Amoroso, de Roland Barthes, reforça a ideia de que a vida é feita de pedaços. E, enquanto cada faixa traz um fragmento de sentimento, todas juntas constroem algo maior: uma história sobre renascer. Ainda assim, o álbum não fala só de dor, ele fala também de recomeço, de encontrar beleza nas ruínas e de escolher existir mesmo quando tudo parece desabar.
Com esse projeto, UNNA se consolida como uma das vozes mais promissoras do novo pop nacional. Ao unir arte, sensibilidade e autenticidade, ela mostra que o futuro da música brasileira vem da Amazônia, e vem cheio de força.

